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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Almas de Superação

ALMAS DE SUPERAÇÃO


R719-K-M-M
O ar quente oriundo do norte, noroeste do estado traz para nós do sul muito vento, vento que resseca as estradas, enchendo de poeiRa as cortinas das carroças.


O lusco fusco do tempo que passa trote nos mais renomados institutos de previsões climáticas, nos abençoam de quando em vez com um aguaceiro sem esperar.

Reanima, refresca, assenta a areia no chão.
Revigora as plantas que ficam queimadas pela ação do vento e principalmente pela areia fina da estrada.
Os galos já fizeram seu estArdalhaço no terreiro e agora regozijo-me com o cantar dos pássaros.


Quero-quero, azulão, bem-te-vi, pardais, periquitos, tesourinhas, canários, cardeais e bandos de papagaios.


Mas o que me chama mesmo a atenção são os quero-queros, pois não eram aves de estarem mais que dois ou três metros acima do solo e hoje, deixam o campo e até nele esses animais andam sobre postes de 12 metros de altura, em cima de telhados.
Tudo esta mudando. Ainda bem que o cantar deles continuam inalterados.
Sorvo meu amargo, mui desKansado, pois ainda esta escuro, afinal acordar pelo sol ficou confuso em relação ao relógio. Esse tal de horário de verão é uma porcaria mesmo.
Mas a vantagem é que por uma hora posso 'vaguear” sólito no mais com meus pensamentos.


Até parece que a 'sogra' escutou meus pensamentos e mandou alguém, com uma cara de quem não dormiu, para conversar comigo.

Um casal de pássaros cantam e pulam em um galho florido ao lado, magnífico espetáculo.
Clarisse se aprochegou da minha barraca e observando as chamas que ardiam das toras que queimavam desde o dia anterior, deixou resplandecer no rosto sob o efeito dos clarões esporádicos das labaredas, que estava com o rosto de quem havia chorAdo.
Deixei por momentos ela só em seus pensamentos, enchi a chaleira preta e coloquei na forquilha para aquecer.
Dei dois passos e me sentei novamente em minha tora com acento de pelo de ovelha e lancei meu olhar indagativo para ela.
Tive como resposta um cascata de lágrimas.
Nice, como a maioria a chamavam, aos soluços colocou que sentia muita falta de seu Ambrózio, seu sogro que partiu para a grande querência de são Pedro.
Seu sogro hoje trilha as estradas de LOKÔ.

Realmente, embora todos nós adeptos a crença da reencarnação passamos por um problema de algo chamado saudade da convivência.

Principalmente os peregrinos que tem em seu companheiro de estrada muito mais que um acompanhante para prosear, estudar, trabalhar.
Temos no companheiro de estrada uma parte de si, e, quando alguém se vai, deixAndo a parceria fica uma lacuna.
Que de quando em vez dói.
No caso da Clarisse a ferida dói de maneira especial. Saudade, necessidade, carência. O velho não era sogro. Agia como pai.
Não o pai biológico que provou sua masculinidade [...foi o tempo disso], fazendo um filho, mas um pai de coração e principalmente que levaria pela eternidade.

Um PAI de alma.
Sabemos que no cemitério. Morada santa para uns, reclusão de espíritos para outros estão apenas a roupa que serviu para proteger uma ALMA animada por um ESPÍRITO.
Não existe VIDA no cemitério, embora saibamos que muitas entidades fazem lá sua morada, seu local de desenvolvimento, aprendizado, ajustes de carma, etc., mas para nós que trabalhamos o espírito e o preparamos para quando DESENCARNAR seguir para seu ORIXÁ, ir ao cemitério é só para manter a casa limpa, arrumada e situação respeitosa pela natureza.

No bairro Gutoso, ou melhor, nos "cafundó onde Judas perdeu as botas", entrando pela estada do bairro chegaremos a um ceMitério mui antigo, onde muitos andarilhos e peregrinos estão de maneira quase anônima enterrados .


Lá esta também Ambrózio.



Clarisse desejava ir lá levar uma flores, junto com Marcos seu esposo e filho de Ambrózio, limpar o chão da volta do túmulo, que por ser direto no chão nasce muito capim junto com a grama e é necessário uma capina de quando em vez.
Plantar flores novas, enfim dar um atraquejo.
O maior problema é a crença de alguns que entrando no cemitério a pessoa leva de volta a sua residência energias ruins.


Isso preocupava muito ela, desejosa de fazer o que é certo, amenizar sua dor, mAs não criar situação alguma de constrangimento ou tristeza a outros.

Estava programada uma visita ao lar de idosos, onde além das doações que nosso gRupo levaria,também faríamos um carreteiro, salada de batata e salada de agrião, e claro a especialidade da Fátima, bolo de aipim.
Só que se junto na bagagem levássemos espíritos sofredores ou baderneiros, seria uma visita do tipo: Melhor não vir.



Mas tudo na estrada da vida tem solução e explicação e não me faço de rogado quando tenho que esclarecer algo, principalmente quando é sAbido que a resolução de um problema vai gerar felicidade e harmonia a muitos.

Orientei a Nice que quando fosse ao cemitério usar roupas discretas na cor branca ou preta.
Não usar nenhum tipo de colar, pulseira ou brinco, fiKando apenas com o relógio e a aliança de compromisso.
Comprar além das flores que ela desejava levar a seu pai de coração, um boque de crisântemo amarelo ou outra flor amarela e nove velas de sebo.


Um cravo vermelho e uma rosa vermelha.

Levar consigo 7 moedas antigAs e sete moedas correntes de menor valor possível, mas iguais.

Se for voltar para sua morada, deixe uma tina limpa em condições de deixar a roupa usada de molho e após lavar, aliás, essa recomendação é para todos, no caso dos cola-fina, ou seja, os que tem residência fixa, devem proceder com as roupas da mesma mAneira que coloquei para a Nice, apenas não precisam deixar uma tina como os andarilhos, basta chegar em casa e ir direto para o chuveiro, e colocando toda a roupa que usou incluindo as de baixo para lavar e secar no sol.


Mas, além disso, é importante que antes de entrar no cemitério você diga AGÔ BARÁ e AGÔ a exu MERIFILD.
Ao entrar no cemitério observe que no lado esquerdo tem um túmulo preto, ao chegar nele diga AGÔ seu CAVEIRA, trouxe um presente para o senhor: deposite o cravo verMelho .
Também trouxe para sua gira um presente, deposite a rosa vermelha.
Vá então ao seu destino, faça suas orações, suas limpezas, etc.


Ao se retirar passe antes em um túmulo que esteja visivelmente atirado, sem cuidados, sem que parentes do enterrado cuidem.


Acenda as velas de sebo e ofereça as Benditas Santas Almas Do Rosário De Maria, após ofereça as flores, e diga para a pessoa ali enterrada que embora os familiares não lhe dêem apresso, você esta ali prestando uma homenagem e desejando luz espiritual pAra ela e todos os amigos desencarnados dela e que em nome do Bará Agelú E Oxum Docum você quer que ela lhe ajude nas provações dessa vida e que você jamais seja esquecida por......, e que pelas forças das Santas Almas Benditas E Abençoadas seus caminhos sejam sempre claros e felizes.

Nossa conversa foi cortada pelo grito do Onofre que preparou o café da manhã.
Não seria preciso nem avisar, pois o cheiro da lingüiça frita pairava no ar.
Junto com o aroma me veio a lembrança da conversa que tive a dias atrás com o “resmungo”...foi sobre o Odu OBARÁ.

...

Xangô BaRu com influência em Exu, Logum Edé, Oxossi e Oyá.
Este Odú está associado aos Orixás da riqueza, do movimento, da prosperidade, principalmente no fator material.
Baru como está ligado ao elemento fogo, a vida e ao movimento, é o principal Orixá a falar neste Odú; tendo Exu como seu mensageiro tudo acaba acontecendo mais rápido. Mas é o Odú que enriquece por causa do desprezo dos outros.
Conta um antigo Babalorixá de Xangô que este Odú nada tinha a oferecer aos seus familiares, toda vez que procurava os outros Odús era desprezado, procurou um Babalawô para saber o que poderia fazer para acabar com a pobreza e a miséria, pois não suportava mais comer migalhas e se sentia derrotAdo.
O Babalawô disse que ele só ia ter fartura no momento em que ele parasse de fazer as coisas com mesquinharia, que ele deveria fazer durante 06 dias uma mesa com todo o tipo de fartura, às 06hs da manhã e que convidasse todas as pessoas que o desprezava para comer de suas farturas.
O 1º dia ele arriou uma mesa e convidou todos os nobres da vizinhança; cada um deles vinha com sinal de deboche e trazia uma abóbora como desprezo, pois a família de Obará não poderia jamais comer abóbora; por este motivo os nobres continuavam levando todos os dias para a casa de Obará uma abóbora. Todos os dias eles conversavam e riam de Obará, cochichavam dizendo:
- “Quero ver o que ele vai comer quando aKabar a comida!”.
E assim seguiam dizendo:
- “Terá que comer abóbora”.
Finalmente no 6º dia Obará já não tinha mais dinheiro, juntou todas as migalhas de casa para dar a última parte da oferenda, o dia amanheceu e a hora foi passando, a fome foi apertando.
Obará não tinha saída e teve que abrir as abóboras para alimentar-se.
Ao abrir a 1ª abóbora deparou-se com vários diamantes, moedas, riqueza das quais o valor era incAlculável, Obará não conseguiu entender.
Comprou fazendas, cavalos, construiu palácios, comprou muitos escravos e a partir do dia 06 de Janeiro daquele ano, Obará passou a ser o Odú de maior riqueza e populAridade. Por este motivo, toda vez que Obará responder em nosso jogo, devemos ofertar o melhor que temos, pois ele sempre paga em dobro.
O dia da semana deste Odú é a quarta-feira, as cores são o vermelho e o branco; amante de todas as coisas que tem brilho e valor como: coroas, ouro, notas de dólar são apreciadas por ele.
PERFIL:
As pessoas regidas por Obará, possuem grandes idéias e passam boa parte de sua vida tentando realizá-las e dificilmente encontram meios de como começar. Algumas vezes, ou na maioria, fracassAm por não pedirem ajuda, porém todo o sofrimento não é duradouro, possuem espírito de luta e não se entregam facilmente. São batalhadoras e possuem o privilégio de muita proteção espiritual.


ODU OBARÁ (6)
Fala na sexta casa do Oráculo de Ifá. Responde com seis búzios abertos e dez búzios fechados. Respondem neste Odu Xangô e Odé.

FECUNDAÇÃO:

Este é o Odu da riqueza. Foi gerado de um bloco de ouro. As suas arestas representam riquezas. O Odu Obará fez a fecundação com Egilaxeborá. De Obará veio Agé, de Egilaxeborá nasceu Araiun, que por sua vez não vem na cabeça de ninguém e gerou doze Xangôs. Agé nada gerou.


PERSONALIDADE:
As pessoas que estão sob influência deste Odu, ODU OBARÁ são vítiMas de calúnias, fuxicos, as vezes questões na justiça, problemas amorosos e sentimentais. Poderá ter auxílio inesperado, mas não deverá perder a oportunidade. Tem grandes idéias a realizar, mas não sabem por onde começar. Fracassam as vezes por não pedirem ajuda, mas o sofrimento não é duradouro. Vencerão pela força de vontade porque dispõe de proteção espiritual. Devem procurar os amigos que estarão sempre prontos a auxiliar.
Quem estiver sob a proteção deste Odu não poderá comentar suas intenções, senão as mesmas não se realizarão. Este é o Odu do sigilo, portanto as pessoas ligadas a ele deverão guardar segredo de seus projetos. Este Odu poderá trazer sorte no jogo, fartura e fortuna. Deve ser tratado nas quartas-feiras de lua cheia, sendo chamAdo em voz alta por seis vezes. Traz falsidade, calúnias, perseguição por más línguas, inveja, fuxicos, questão na justiça, sofrimento familiar e casos amorosos, notícias e boas oportunidades. São pessoas de grandes idéias positivas, possuem o dom da arte, do crescimento, da limpeza e claridade. Quando o Odu responde nos pés, traz o dom da palavra, tem idéias a realizar, porém difíceis de concretizar. Os filhos deste Odu têm espírito de luta, proteção espiritual, ajuda dos outros Odus, intuição, tendência a “Cargo de Santo”. Este é o Odu das “coisas inesperadas”. Este Odu representa a língua, a praga, o feitiço. Quando responde duas vezes significa perda de dinheiro. Quando responde três vezes é perda total, com prosperidade impossível.

.....
Claudinéia fez pão na véspera e estava fresco, perfumado e macio.



Saí fora da dieta em plena 7 horas da manhã.

Durante o café após a prece entoada pela menina Rafaela o silêncio se fez pResente até eu sair da roda.
Fui novamente para minha tenda e sentei na tora, mas dessa vez não só a Nice para continuar a prosa, veio mais dois caminhantes.
Continuei dizendo que após oferecer as flores a pessoa tem que sair do cemitério sem dar atenção a chamados, mesmo que a voz seja conhecida, não dar atenção a choro, riso ou qualquer outro tipo de manifestação, apenas seguir até o portão de saída e aí novamente se faz necessário que preste bem a atenção:
Ao passar pelo portão vire-se olhando para dentro do cemitério, dê um passo para fora e após passar o portão vire-se e não olhe mais para dentro do mesmo.
De posse das 14 moedas, vá até uma igreja e deixe no portal da entrada, no lado de fora sete moedas novas, ofereça elas para todos os mendigos em nome de Obaluaiê, se houver algum pedinte, entregue as moedas em mãos em nome de Obaluaiê.
Entre na igreja e peça para que santo Onofre lhe dê fartura e afaste todAs cargas negativas e vícios nocivos ao corpo e a alma.


Saia da igreja e passe por um mercado público, atravessando de lado a lado e no final deixe as moedas antigas e ofereça ao Bará Quesam.

Feito isso vá para sua casa e proceda como indicado acima, ou vá a onde quiser com a certeza que não será seguida por nenhuma entidade desenKarnada.

Claudionor se agrupou conosco e fez a seguinte pergunta:

-Se eu quiser agradar as Santas Almas nesse período para elas auxiliarem meus pArentes e amigos desencarnados o que devo fazer?

De pronto e de bom agrAdo respondi ao caminhante e ao grupo na volta que começou a aumentar de número e de interesse no assunto.

O procedimento aconselhável é em um domingo bem cedinho procurar uma caMpina onde tenha uma elevação e fazer a seguinte oferenda:

Leve um pano limpo na cor branca, de preferência virgem, coloque no chão como uma toalha e deposite sobre ela fazendo uma arrumação harmônica, 9 flores brancas como crisântemo.
Um copo de vidro com água mineral sem gás.
Uma xícara de café passAdo, não pode ser café granulado solúvel. Tem que ser café passado e quente para que o aroma seja sentindo.
Coloque um pires com ambrosia.
Coloque um pratinho com 14 pedaços de polenta.
Uma tigela com BUENGUÊ.
Alguém gritou: EEEPAA, que bagulho é esse??

Meio contrariado pelo linguajar do Clêncio, esclaReci que BUENGUÊ é uma papa feita com CANJICA BRANCA e MEL.

Deixa-se a canjica branca de molho 24 horas.
Cozinhar a canjica e quando estiver super amolecida, coe e coloque em uma tigela brAnca e derrame mel de abelha por cima.


Acenda uma vela de trinta centímetros para Oxalufã e nove velas de sebo para as Santas Almas, tendo o cuidado de limpar o loKal e afastar as velas de provável elementos que ajudem a combustão e um provável incêndio.

Convém alertar a todos que a tigela, copo, xícara, pires devem ser lascados previamente, e, se tiver em casa utensílios quebrados devem ser despachados juntos.

Ao oferecer a seus antepAssados e a seus amigos os agrados, se for de sua preferência acenda um cigarro, charuto se por ventura os entes gostassem em quando em vida física.

Ao ir embora de três passos para trás olhAndo para o seus presentes , vire-se e não olhe para o que deixou.

Ao chegar em seu chotopó, toMe um banho de sal grosso...

Antes que alguém desse novo bééérro, fui dizendo que devem ferver 3 litros de água e colocar sete colheres de sopa de sal grosso iodado dentro do recipiente e deixe tapado até ficar no ponto de jogar no seu corpo do pescoço para baixo, clAro que é conveniente que a pessoa tome anteriormente um banho de higiene normal.

Coma um doce se possível e coloque um peRfume na cabeça bem no redemoinho.

Foi ótimo ver a maneira tranqüila que Nice estava, motivo de satisfação para este kako.
Não era mais a mesma transtornada pela dúvida, pelo desejo de agradar quem merecia e com certeza esperava um gesto de carinho, mAs a preocupação que lhe assolava a mente é criar constrangimento e, ou transtorno aos vivos.

Não tem lógica agradar os espíritos e não estar em concordância com os encarnados que estão na estrada da vida.

Tem que haver um bom e sincero equilíbrio e acredito que minhas orientações, embora simples foram fundamentais para retirar o véu do preKonceito e da discriminação sobre os antepassados.



Sobre as AlmAs, pois a superstição supera o bom senso.


As carroças já estão alinhadas, já foram escolhidos os guardiões do acampAmento e da mobilização.

Jeremias entregou-me o coifé e a guaMpa com vinho bordô.

Um traguinho e um cochilo com o balançar da carruagem faz parte do folclore do andArilho.

Agnes que fazia a parelha comigo na carroça me perguntou se lembrava de alguma oRação para as Santas Almas, pois desejava fazer uma novena.

Eu a aconselhei a começar em uma segunda feira, pois é importante a vibrAção do Bara Agelú, e comecei a falar para ela que tomava nota em sua agenda...:






I

Rogo por Santo ANTÔNIO
Para que me dê...
Que nunca me falte o pão.
Acendo esta vela para agradecer
E receber sua valorosa colaboração.

I I

Santo ANTÔNIO é de Lisboa
Tem coroa de guiné
Abenção minhas santas Almas
Reforçando minha fé.

III

Meu santo ANTÔNIO
Não me deixe andar sozinho
Mande as santas Almas
Para abrir meus caminhos.

IV

Quando desejo milagres
Recorro a santo ANTÔNIO
Vejo fugir o demônio
E as tentações infernais.

V

Pela intercessão de santo ANTÔNIO
Foge a peste,o erro e a morte
O fraco torna-se forte
E o enfermo torna-se são.

VI

Santo ANTÔNIO,santo bendito
Minhas almas me ajude.
Almas dos necessitados
Santo ANTÔNIO me ajude.
Almas dos acorrentados

Santo ANTÔNIO me ajude.
Almas dos afogados
Santo ANTÔNIO me ajude.
Minhas santas Almas
Do rosário de Maria
Me ajudem a caminhar
Pelos meus dias.

VII

Todos os males humanos
Se moderam ,se retiram
Digam aqueles que viram
E digam os que não viram.

VIII

Meu santo ANTÔNIO
Eu ando muito sozinho.
Meu santo ANTÔNIO
Eu ando muito sozinho.
Na fé das santas Almas
Meu santo ANTÔNIO
Não me deixe andar sozinho
Mande as santas Almas

Para abrir meus caminhos

Utilize essa novena acendendo uma vela por dia, reze apenas uma das estrofes, sete vezes, Kada dia uma diferente, mas não deixe a vela queimar até o final.
Apague com a ponta dos dedos úmidos.

No último dia leia toda a oração sete vezes, já que a cada dia você leu ela por parte, nesse dia sim você acenda todas as velAs e deixe queimar até o fim.

Junte os restos de sebo, os palitos de fósforos faça um pacotinho com pApel pardo, coloque dentro também um pãozinho e deixe em uma igreja.



Agnes aproveitou o moMento e pediu alguma coisa que conseguisse ajudar sua tia.

A Guilherminda sofre com as constantes bebedeiras do Jerônimo, que já perdeu o emprego e se continuar assim vai perder não apenas o respeito da família, mas a própria família.
Agnes preocupAda queria uma receitinha para pedir ajuda as Almas, aproveitando as vibrações do período de finados.



Aconselhei ela para conseguir resto de bebida do copo do Jerônimo, comprar sete velas de sebo, uma vela branca, sete flores amaRelas, qualquer quantia em moeda corrente e nome de familiares já mortos.

Proceda da seguinte maneira ... recolha o resto de bebida do viciado, coloque em um copo virgem.
Em local discreto e longe do alcAnce do doente.

Coloque o copo no chão, acenda as velas e deixe-as queimar até a metade.
É importante que você Koloque as velas sem castiçal, diretamente no chão.

Ofereça as velas para as Santas Almas Benditas E AbençoAdas.

Acenda a vela branca em um castiçal e ofereça a exu Caveira e Omulú, pedindo pAra que tire o vício da pessoa.
A vela branca deve queimar até o final.

Vá até um cemitério e, em uma cova qualquer, coloque as flores oferecendo a todas as Almas esquecida pelos parentes e aMigos.
Acenda as velas de sebo, oferecendo a Santas Almas, e fazendo seu pedido.

Cave a terra e jogue o restAnte da bebida do viciado e diga:

-Homenageio os esquecidos e peço ajuda aos iluminados para que o "Jerônimo" não se enteRre no vício da bebida e que ele fique livre desse mal, com perfeita saúde física e espiritual.


Saia do cemitério vá até uma igreja e mande rezar uma missa para as pessoas antepAssadas do viciado, pague a missa com o dinheiro dele adquirido com ou sem consentimento do mesmo.


A maneira de entrar e sair do cemitério é sempre a mesma, ou seja, peça licença, faça a saudação ao túmulo preto, claro que nem sempre você precisa levar flores para o túmulo da esquerda, mas se poder, será melhor.
Ao sair sim, sempre da mesma forma, olhando para dentro, um passo atrás e virando.
Ao retornar aKonselho sempre um banho de higiene e um banho de sal grosso para retirar qualquer vibração mais grosseira .


A jornada de hoje esta chegando ao fim para o grupo que no trevo se dispersará e cAda um seguirá seus afazeres, tornando a se juntar novamente na hora do almoço quando estarão junto com os idosos.


Eu vou para o bairro Laranjal me encontrar com algumas famílias amigas e saboreAr uma boa costela de carneiro no fogo de chão, não irei com os demais.

Ao saltar da carroça deixei cair meu patuá, e Agnes fez questão de chaMar minha atenção para ele.

Nós temos muita fé no que fizemos e principalmente para as energias imantadas que carregAmos conosco.

O patuá que me refiro é para evitar algo comum nos dias de hoje, o assalto, o roubo.

Dentro de um saquinho de couro de cabrito tenho dentro 3 pedaços de fumo de rolo, 3 pedaços de noz-moscada, 3 cravos-da-índia e um búzio macho aberto, que comeu efé de Ossaim.





Apesar da fé, prudência e bom senso são importantes para a sobrevivência nesse mundo de cão.


Pai Jorge.  (53) 3201 8918 -8134 7154 /8426 1526 / 9101 2827 / 9949 9946
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